28 de fevereiro de 2009

A Quadrante

Desde o início, no ano de 1992, o objetivo da Quadrante é construir marcas fortes, que transmitam ao consumidor mais que atributos e benefícios: valores além da razão. Foi pensando assim que o escritório de Design, que começou com quatro pessoas e um único cliente, conquistou a confiança de grandes empresas, gerando cases de sucesso e crescendo sempre. Tanto que, em 2001, expandiu seus horizontes para a Publicidade e Propaganda.

Hoje, com uma eficiente estrutura de trabalho, a Quadrante é flexível para atender desde pequenos e médios anunciantes até grandes empresas, não importa o segmento, desenvolvendo todos os dias idéias que vendem e que trazem diferenciais competitivos. Prova disso é que a carteira de clientes da Quadrante é uma das melhores e mais diversificadas da região. Mais que uma agência, é um centro de planejamento estratégico e branding, que utiliza design, propaganda, marketing, merchandising e promoção para gerenciar marcas e dar a elas identidade, personalidade e posicionamento. Conta com uma equipe talentosa, que trabalha para surpreender, envolver e conquistar relacionamentos sólidos com o consumidor. E muito mais que criar logotipos e campanhas, criar resultados.

20 de fevereiro de 2009

Quintas do Calhau


O Quintas do Calhau, tradicional restaurante ludovicense, que está completando 20 anos, brinda essa importante data com a mudança da sua identidade visual. O projeto criado pelo núcleo de design da Quadrante, teve como idéia central envolver os clientes em uma atmosfera familiar.
O almoço em família, os laços de parentesco e amizade, a alegria de momentos únicos relacionados aos prazeres gustativos de uma comida especialmente preparada foram temperos utilizados na nova marca.
O resultado dessa mistura de culinária e design pode ser conferido no próprio Quintas. É só dá uma passadinha por lá!

Recesso de carnaval

Toda equipe da Quadrante estará de recesso durante o período de carnaval. Voltaremos a atividade na quinta-feira, dia 26 de fevereiro.

Reflexos de uma campanha


A campanha “Programa de Estágio CEMAR. Tá na hora de preencher este espaço.” feita pela Quadrante, foi muito elogiada pelas instituições educacionais e o público-alvo, principalmente a peça de banheiro, um adesivo aplicado em espelhos nas faculdades que coloca o público literalmente dentro da campanha. A mesma conta ainda com panfleto em tamanho e formato de crachá, cartaz, banner, camisa e banner de internet.

Bar e Restaurante Poracaso


O bar e restaurante Poracaso está de cara nova. A marca, cujo conceito parte do prazer, alegria e bem-estar que a casa proporciona, apresenta a silhueta de uma pessoa sorrindo, tendo como pano de fundo um pôr de sol. O logotipo contempla também um novo empreendimento capitaneado pelos empresários Lula Filho e Janaína, o Poracaso Grill, que funcionará no Jaracaty Shopping.

Bienal Brasileira de Design Gráfico



Bienal Brasileira de Design Gráfico
A Bienal na sua nona edição se afirma como um dos maiores veículos de difusão pública do pensamento contemporâneo sobre o design nacional.
De 08 de março a 17 de maio de 2009 no Centro Cultural São Paulo/ SP
Informações: bienal@adg.org.br

Criatividade Popular


É cada vez mais raro encontrar quem ainda use máscaras confeccionadas em papel machê. Cheias de uma beleza própria, feitas pelas mãos habilidosas de artesãos, o adereço está perdendo espaço para as de látex. Uma pena, uma vez que as máscaras de papel machê são representativas do bom e velho Carnaval do Maranhão.

Entrevista com Airton Marinho


POMBO: Como começou sua paixão por xilogravura?

AM: Na verdade comecei fazendo pintura e cerâmica. A xilogravura veio depois, de forma meio inconsciente. Quando tinha 14 anos, comecei a trabalhar em uma gráfica e lá o pessoal viu que eu tinha domínio de desenho e entalhava bem na madeira. Fazia o que a gente chamava de clichê, depois prensava na chapa e imprimia. Quando era criança em Vitória do Mearim, durante o festejo, ficava vendo aqueles cordelistas que viajavam o Nordeste todo vendendo romances impressos em xilogravura, ficava fascinado, admirado com o desenho meio tosco, primitivo, por que na madeira não tem como fazer uma coisa anatomicamente perfeita. Muito tempo depois, descobri que aquilo era xilogravura. A descoberta da xilo como arte se deu quando comecei a fazer o curso de Desenho Industrial, na UFMA. Foi lá que realizei um projeto de pesquisa sobre brincadeira popular e que depois originou a série Brincadeiras Infantis, minha primeira série e que fez muito sucesso. Aí pensei: este negócio de xilogravura vai dar certo e logo embarquei no sonho.

POMBO: Suas obras têm sempre uma ligação com a cultura popular. É desta fonte que você se alimenta?

AM: Exatamente. As brincadeiras são um exemplo. Todas elas vivi quando criança, no interior. Os homens do campo, a gente do povo, as festas populares, as minhas vivências é que alimentam meu trabalho. Infelizmente não tenho todas as minhas matrizes arquivadas, algumas se perderam, se deterioraram pela ação do tempo.

POMBO: Explique a técnica da xilogravura.

AM: Primeiro entalho a madeira, de preferência o cedrinho, que é mais molinho. Depois passo a tinta com um rolo, isolando cada cor com uma máscara e prenso. Para cada aplicação de cor, se repete este processo. A tinta não é especial, é tinta gráfica, off set, a mesma para impressão de jornal, revista. O tempo para entalhar uma matriz depende do grau de dificuldade do desenho, se é algo simples, faço em uma manhã. Mas tenho trabalhos que demorei mais de um mês para concluir, como, por exemplo, algumas da coleção da Lenda da Serpente que são matrizes muito grandes. As da carruagem de Ana Jansen também, por que tem os detalhes como a anatomia dos cavalos, complexos.

POMBO: Como funciona o seu processo de criação?

AM: Alguns chamam de inspiração, mas comigo não acontece assim. Primeiro escolho um tema, depois faço uma pesquisa sobre ele, mas outras vezes tudo está na minha cabeça, imagino as cenas e vou desenhando. A maioria delas vem das minhas experiências. Acredito que para se fazer uma boa xilogravura é necessário um bom tema e um ótimo entalhe na madeira. A pintura não conta tanto, ela é elementar.

POMBO: Esta sua atual exposição, Pungar, que está em cartaz no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho até dia 28 de fevereiro, vem com um olhar diferente, está mais abstrata. A gente pode dizer que ela marca uma nova fase em sua carreira?

AM: Sim. Nesta coleção (inspirada nas saias das dançarinas do tambor de crioula em vistas superior) trabalho o subjetivo. Já fiz coleções sobre o bumba-meu-boi, a festa do Divino Espírito Santo, tambor de crioula. Desta vez quis fazer algo diferente, fugir do óbvio, distorcer a realidade. É mais difícil fazer o abstrato, a Pungar é uma nova página, uma ruptura. Agora tenho a obrigação de não retroceder.

5 de fevereiro de 2009

Uma pesquisa diz que comerciais tornam mais prazeroso ver TV

Uma pesquisa da Stern School of Business, da Universidade de Nova Iorque, apurou resultados aparentemente contraditórios em relaçao à experiência de ver TV. Diz que os telespectadores preferem evitar os comerciais, mas apesar disso consideram que é melhor assistir a um programa que inclui intervalos comerciais. O que está por tras desses resultados conflitantes é a idéia da interrupçao. Ao suspender temporariamente o programa, há uma renovaçao do interesse do espectador e isso torna a experiência mais prazerosa. Segundo a pesquisa, à medida em que vê uma atraçao na TV o telespectador vai se 'adaptando' à experiência e ela vai ficando menos satisfatória. Quando os comerciais interrompem, há um retorno da 'novidade'. E mais, a interrupçao de um programa que envolve suspense pode aumentar a expectativa pela soluçao da trama ou permitir ao espectador refletir sobre o que assistiu até aquele momento do programa e aproveitar melhor o que verá depois. A noticia é do Huffington Post. Julio Hungria

Potiguar - VT Promocional de Fevereiro

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1 de fevereiro de 2009

Cauduro e Quadrante

Em recente viagem a São Paulo, o designer Júnior Ramos e o publicitário Felipe Ladeira, ambos da Quadrante, fizeram uma visita à Carlos Dranger, sócio da Cauduro, um dos escritórios de design mais tradicionais e premiados do Brasil.

Em comum as duas empresas têm o trabalho realizado para a multinacional Vale. Enquanto a Cauduro é a responsável pelo processo de mudança e implantação da nova marca da Vele no Brasil, a Quadrante é a empresa que atende a gigante no Maranhão. O processo mundial é comandado pela nova-iorquina Limppcott.

A reunião serviu para estreitar os vínculos entre o escritório maranhense e a Cauduro. Além disto, os profissionais daqui puderam constatar que alguns problemas enfrentados em âmbito local são os mesmos que o escritório paulista tem de lidar diariamente. Isto prova que nossa realidade, embora distante, não é assim tão diferente das dos grandes centros.



O designer Júnior Ramos e o publicitário Felipe Ladeira, da Quadrante, ladeiam Carlos Dranger, sócio da Cauduro, um dos mais tradicionais e premiados escritórios de Design do país. A empresa coordena, no Brasil, o processo de mudança e implantação da nova marca da Vale, enquanto a Quadrante é a responsável pelo processo no Maranhão.

Branding da Vale


Representantes da Limppcot, empresa sediada em Nova York e responsável pelo processo de mudança e implantação da nova marca da Vale, estiveram em São Luís para participar do Workshop de branding da empresa. Na ocasião, as designers Joana e Julia, responsáveis pela consolidação do novo manual de identidade visual da Vale, proferiram palestras e tiraram dúvidas dos participantes.

A Quadrante, agência responsável pela publicidade e branding da Vale no Maranhão, marcou presença no evento com a participação dos publicitários Felipe Ladeira e Marcelo Vasconcelos e dos designers Júnior Ramos, Rogério Rocha e Marcelo Figueirêdo.

O treinamento, uma iniciativa da diretoria da multinacional, teve como objetivo proporcionar o alinhamento do trabalho dos fornecedores de comunicação locais com o que está sendo planejado e executado pela Vale em todos os países nos quais atua.

A incorporação de todas as áreas do design está no varejo

Se para o consumidor tornou-se um sacrifício, na atualidade, entrar em um supermercado e encontrar, nas gôndolas, sua marca predileta – isso quando se tem uma, e não uma enorme dúvida em meio a centenas de opões saltando aos olhos –, a questão não deixa, por um segundo, de martelar a cabeça dos designers, que têm, por obrigação e constante cobrança de seus clientes, de pensar em soluções para que os produtos por eles desenhados tenham seu devido destaque. E foi na busca de tendências e novos caminhos para superar o empecilho que alguns profissionais do setor juntaram suas experiências para apresentar um workshop da primeira edição da Brazil Design Week.

Diferentes visões, conceitos e previsões foram apresentados à plateia, como os dados trazidos por Karen Cezar, fundadora e diretora-executiva da Red Bandana – que indicam existir mais te 35 mil produtos nos supermercados, acirrando ainda mais a disputa por frações de segundo na retina do consumidor. A profissional ressaltou os diferenciais a serem explorados no ponto-de-venda, onde 75% das compras são decididas: “É lá que se pode oferecer uma experiência de compra, que se tem diversas formas de contato e relacionamento direto com o cliente”.

Na sequência, Bruno Bertani e Ricardo Saint-Clair, da Diálogo Indústria Nacional, demonstraram, com dois cases próprios, como o material presente no varejo pode se estender à casa e aos costumes do consumidor, como o Rack Premium AmBev, desenvolvido para abrigar as marcas premium da empresa, no qual caixas de madeira, relembrando uma antiga adega, podiam ser montados de acordo com o espaço de cada supermercado – e, com seu sucesso, deverá ganhar versões menores a serem comercializadas, como porta-taças, no site da companhia; e o Prato para Saladas Hortifruti, elaborado para a Hortifruti e ganhador de um dos primeiros Leões brasileiros em Design no Festival de Cannes (veja mais aqui).

Alexandre Aragão e Leonardo Eyer, da WeDo Marketing Promocional, procuraram evidenciar como o design é fundamental em algumas áreas da comunicação. Tendo a Souza Cruz como um de seus principais clientes, os profissionais procuraram provar como a ferramenta pode ser a única forma de destaque de um produto ou marca, principalmente quando não se pode usar a mídia para divulgá-lo.

O último palestrante, Ricardo Leite, sócio-diretor da Crama Design, destacou como principal tendência o auto-serviço e a interatividade, que podem reinventar o varejo. Analisando o fato que intitulou de “atenção estilhaçada”, em que o consumidor tem sua atenção infinitamente dividida, Leite realçou a importância de “produtos que falam por si”, que orientam, informam e seduzem o consumidor, além de abolir a discussão entre qual "escola" seguir na hora de definir estratégias, pensamento sublinhado pelo pedido: “Saia do ‘ou’, ouse”.

Encerrando o encontro, Julius Wiedemann, autor e editor de livros da Taschen, voltou a lembrar que a escolha do cliente é feita no varejo, e que ele pode, principalmente em lojas de uma única marca, transformar-se, de diferentes formas, no principal meio de comunicação das empresas. “Está no uniforme dos atendentes, nas embalagens especiais para cada produto e público, nas sacolas e caminhões que servem muitas vezes de outdoor. O varejo incorpora todas as áreas do design”.

Um bom trabalho nunca se apaga

José Carlos Bornancini e Nelson Ivan Petzold serão homenageados durante a II Bienal Brasileira de Design, que acontece de 8 de outubro a 5 de novembro no Museu Nacional de Brasília. Os profissionais foram os idealizadores de três dos principais projetos da Mercur, uma das mais conhecidas marcas de borrachas no País, Yin Yang, Toy e Art Collection, que estarão expostas na Sala Especial do museu durante o evento, sob curadoria de Adélia Borges.

O Yin Yang foi lançado em 2004 no formato do diagrama chinês de mesmo nome, que simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. A parte branca do produto foi desenvolvida para apagar marcas de grafite, enquanto a parte cinza direcionada para tinta. A borracha, que desde 2007 não é mais comercializada, foi a primeira criação da dupla de designers para a Mercur.



O segundo projeto de Bornancini e Petzold para a marca, no mesmo ano, foi Toy. O produto apresenta, além de sua função básica, a possibilidade de se auto-encaixar entre si, servindo para as crianças também como diversão. Toy recebeu o prêmio ISPA Award 2004 na categoria Back to School Products and Social Stationery, na PaperWorld Frankfurt.



Já a linha Art Collection é composta por três diferentes borrachas em formatos anatômicos – trevo, disco e gota –, procurando se adaptar às mãos do usuário e não deslizar na hora de apagar. Dos três projetos, este é o único que ainda é comercializado pela Mercur, nas cores branca e verde, sendo vendidas individualmente.



José Carlos Bornancini e Nelson Ivan Petzold trabalhavam juntos desde 1958, e contam em seu portfolio com mais de 200 produtos desenvolvidos para diversos ramos da indústria, para clientes como Todeschini, Elevadores Sûr, Springer Carrier, Forjas Taurus e Massey Ferguson, entre outros. À frente da Bornancini, Petzold & Muller Projeto de Produto, os designers assinam os projetos da tesoura Softy Cut da Mundial, da plastificadora Plastimaq, das facas Mundial Laser e dos talheres para camping que foram lançados pela marca Hércules em 1973. Destaque para a última concepção que, desde 1976, integra o seleto grupo de produtos da loja do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, o Moma.

Mais informações sobre a II Bienal Brasileira de Design no www.bienalbrasileiradedesign.org.br.

Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Karan Novas.

Quem tem saudade da década de 50?


á vem ela. Vem matar a saudade de quem, mesmo sem saber o porquê, tem saudade de um tempo que não volta mais. E vem provocar a galera que adora curtir novidades, saindo do lugar-comum, mais ainda quando essa novidade tem uma história interessante pra contar. Lá vem a Itubaína Retrô, lançamento do Grupo Schincariol que marca os 54 anos de vida da marca de um refrigerante cujo revival nostálgico leva os brasileiros de volta para a década dos “anos dourados”, na qual nem a morte de Getúlio Vargas, em 1954, coibiu os sonhos do “país do futuro”, onde Oscar Niemeyer, atraído pela lábia de Juscelino Kubitschek, eleito presidente em 1956, teve a petulância de aceitar trabalhar no desenvolvimento do projeto que moveu a capital nacional para o centro do Brasil, batizada Brasília e fundada em 21 de abril de 1960, mesma data em que Tiradentes foi executado – por coincidência, também data da fundação de Roma, segundo corre à boca pequena (ou grande?), fora dos registros históricos.


A coqueluche chega ao mercado em formato de garrafa long neck de 355 ml, resgatando imagens estilizadas da década de 50 em três diferentes rótulos colecionáveis: um foguete, um copo e uma garrafa.


“A Itubaína traz em seu DNA o saudosismo da infância. Com a versão Retrô inovamos com um produto sofisticado, jovem e diferenciado, que preserva o conteúdo original com forma moderna e atualizada”, declara Marcel Sacco, diretor de marketing do Grupo Schincariol, em comunicado enviado ao PortaldaPropaganda.com.

“O conceito desenhado para Itubaína Retrô retrata um movimento que começou no Brasil há alguns anos e que busca incorporar o novo com uma grande valorização do antigo, criando-se produtos modernos, mas que preservam sua história”, acrescenta a companhia.

A Itubaína Retrô será comercializada com exclusividade em bares e restaurantes selecionados pela equipe do Grupo Schincariol, que, entre outros critérios, considerou o perfil do público freqüentador, visando estar mais perto de “jovens aberto às novidades”.


Texto elaborado com base em informações encaminhadas por assessoria de imprensa.

Festival de Cannes define os presidentes dos júris de Outdoor e Rádio para 2009

O jornal O Estado de S.Paulo, representante oficial do Festival Internacional de Publicidade de Cannes no Brasil, anuncia o nome dos presidentes de mais dois júris do evento em 2009. Depois de David Lubars, presidente e ceo da BBDO North America, confirmado à frente dos corpos de jurados de Film e Press (leia mais aqui), chegou a vez de Akira Kagami, executivo-chefe e diretor-executivo de criação global da Dentsu, ser apresentado como presidente do júri de Outdoor; e Matthew Bull, presidente e diretor de criação global da Lowe Bull, na de Radio.

Há 30 anos na Dentsu, Kagami é atualmente está concentrando seus esforços no fortalecimento da rede de criação e relacionamentos com clientes de sua agência na Ásia. "Outdoor não está ultrapassado. Trata-se de uma categoria com muitas possibilidades para a criatividade. Eu estou realmente ansioso para ver as grandes idéias que participarão do festival", declara em nota enviada ao PortaldaPropaganda.com.

Após iniciar na empresa como estrategista, em poucos anos o criativo ingressou na área como redator. Trabalhou em contas as mais variadas, desde marcas de pastas de dente a produtos farmacêuticos, bebidas, aparelhos eletrônicos, organizações financeiras, automóveis e serviços públicos, variedade de experiências que o levou a sua mais recente missão e papel: ultrapassar sua responsabilidade como especialista de criação e dar início a um esquema catalítico de comunicação global.

Matthew Bull, após fundar a Lowe em 1996 e se tornar ceo do escritório da rede em Londres, em 2003, retornou ao seu país natal em 2006, a África do Sul, para dar continuidade ao comando das atividades diárias de sua agência enquanto ainda mantém o cargo de diretor de criação global da Lowe. “É uma honra ser escolhido como presidente do júri. A área de Radio é uma das mídias mais antigas do festival, mas este ano o júri e eu estaremos esperando por idéias criativas”, confessa.

“Kagami nos honra, sendo o primeiro japonês a presidir um júri. Sua vasta experiência e liderança o tornam ideal para este papel. Da mesma forma, Bull provou a si mesmo em escala global que é um líder excepcional e um profissional de criação premiado que trará uma visão única ao festival. Realmente temos o privilégio de contar com dois grandes profissionais para presidir as categorias Outdoor e Radio”, analisa Terry Savage, presidente do Festival de Cannes.

Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Karan Novas.

7 Prêmio Max Feffer revela seus vencedores

A Suzano Papel e Celulose anuncia os vencedores do 7º Prêmio Max Feffer de Design Gráfico, aberto a diretores de arte e criação, designers, produtores de agências e outros profissionais, além de estudantes, que desenvolveram peças gráficas impressas nos segmentos promocional, editorial e de embalagens, entre outros. Com curadoria de Ronald Kapaz, fundador da Oz Design e um dos responsáveis pela criação da Associação dos Designers Gráficos (ADG), o evento deste ano foi marcado por novidades. Antes, somente os papéis Reciclato, Supremo Alta Alvura e Supremo Duo Design eram usados na criação das peças, enquanto, desta vez, toda a linha de produtos da Suzano foi utilizada. A premiação recebeu 565 peças nas categorias Editorial, Promocional, Embalagem, Miscelânea e Estudantes, com 21 trabalhos sendo premiados.

“O design tem na sua essência o desafio de integrar informação com poesia, ciência com arte, sentido com sensibilidade, conteúdo com forma. Para o 7º Prêmio Max Feffer, propusemos que os designers olhem com atenção para essa dinâmica e busquem entender como e quando a mensagem planejada e desenhada escolhe esta ou aquela forma de nos tocar, e como o equilíbrio entre estes dois universos expressivos pode ser parte importante do que chamamos uma bela solução de design”, destaca Kapaz, em nota enviada ao PortaldaPropaganda.com.

O corpo de jurados teve a presença internacional da designer gráfica, artista plástica e fotógrafa canadense Marian Bantjes. Além dela, o júri foi composto por Chico Homem de Mello, João de Souza Leite, Kiko Farkas, Rafik Farah e Rico Lins. O tema deste ano escolhido pelo curador foi “A arte de equilibrar razão e emoção”.

Premiados

Seguindo as diretrizes do International Council Of Graphic Designers Association (Icograda), o julgamento das peças se dividiu em dois momentos: primeiro, cada um dos jurados atribuiu uma nota 0, 1 ou 2 a cada uma das peças avaliadas; depois, em conjunto e obedecendo à pontuação alcançada na primeira fase, eles escolheram os cinco primeiros lugares em cada uma das categorias, debatendo entre si o motivo de cada escolha.

Nas categorias Editorial, Promocional e Miscelânea, a premiação é em dinheiro e divide-se da seguinte maneira: os primeiros lugares recebem o valor de R$ 15 mil; os segundos, R$ 7 mil; e os terceiros ficam com o valor de R$ 3 mil. Já na categoria Estudante, o primeiro lugar leva para a casa um iMac, o segundo, um tablet para desenho e, o terceiro, uma câmera fotográfica digital.

Na categoria Estudante, Rafael Aguiar ficou em primeiro lugar com o trabalho “Kapta”. Miguel Nóbrega e Natalia Nabekura ocupam a segunda posição com “Redesign da revista Cult” e Amanda Coimbra é a terceira com “O Cavaleiro Inexistente, uma tradução intersemiótica”.


"Kapta", de Rafael Aguiar

Heloisa Etelvina é a vencedora da categoria Miscelânia, com “Selos Inhotim”. O segundo lugar foi para “Miya série[k*]!”, de Larissa Miyazato. Zeuner Fraissat foi o terceiro com “Livro de Linguagem Fleury”.


"Selos Inhotim", de Heloisa Etelvina

“Chinese tea box”, trabalho de Carlo Giovani Estúdio, é o segundo lugar na categoria Promocional. O terceiro lugar ficou com Ruth Klotzel / Estúdio Infinito, com a peça “Kimi Nii – Japão”.


"Chinese tea box", de Carlo Giovani Estúdio

Na categoria Editorial, “Coleção moda brasileira”, de Elaine Ramos, foi o vencedor. Empatados em terceiro lugar estão: “Caixa Gorki”, de Flávia Castanheira; “s/nº”, de Eduardo Hirama; “O design gráfico brasileiro: anos 60”, “O mundo codificado”, “Bartleby, o escrivão” e “Primeiro amor”, todos de Elaine Ramos; “Capas da copa”, assinado por Elaine Ramos e Mayumi Okuyama; “Moby Dick”, “Contos para crianças impossíveis” e “Abbas Kiarostami”, de Luciana Facchini; “Maria do Matué”, de Mariana Hardy e André Coelho; e “Nova arte nova”, de André Stolarski e André Lima. A Editora Cosac Naify ganhou o Prêmio Destaque pela qualidade dos trabalhos inscritos pelos seus profissionais.


“Coleção moda brasileira”, de Elaine Ramos

Por decisão do curador e dos jurados, a categoria Embalagem não teve nenhum premiado, assim como não houve um primeiro lugar para Promocional. Além disso, a categoria Editorial trouxe 11 terceiros lugares. Ronald Kapaz explica a decisão: “Quando olhamos as peças de Embalagem, acreditamos que nenhuma delas equilibrava razão e emoção, como estava proposto nesta edição. Seguimos diretrizes internacionais de julgamento das peças e premiar uma delas seria colocar em dúvida a credibilidade do prêmio. Quanto aos terceiros lugares, achamos que seria injustiça escolher somente um, já que todos tinham o mesmo nível de qualidade e atingiram a mesma pontuação na fase de análise dos jurados”.

Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Karan Novas.